Levamos indústrias brasileiras da primeira exportação à construção de uma unidade internacional com marca.
Estratégia de mercado, arquitetura de preços, canais, distribuidores, P&L por país e marca internacional — integrados em um método de execução.
A moda — vestuário e calçados — é um dos maiores mercados de consumo do planeta. A pergunta nunca foi se existe demanda. É com que mercado, preço, canal e marca a sua indústria vai capturá-la.
Mercado global de vestuário e calçados, ano-base 2025.
Fonte: Euromonitor International, The World Market for Apparel and Footwear 2026. Acesso em ago/2026.
Nota metodológica: os indicadores acima não são somados — cada um mantém a definição e a cobertura da própria fonte (Euromonitor: apparel & footwear global; Abicalçados: calçados Brasil; ABIT: têxtil e confecção Brasil). Valores nominais, nas moedas indicadas. Dados acessados em 1º de agosto de 2026.
Cada setor abaixo é tratado com as mesmas oito decisões: mercado, preço, portfólio, canal, parceiro, marca, P&L e execução.
Coleção internacional, grade, calendário invertido de estações e o preço de fora para dentro.
Da commodity de US$ 9 o par à marca com prateleira — canal, distribuidor e degrau de valor.
Categoria de recompra e giro: a porta de entrada técnica para o varejo internacional.
A categoria que mais cresce no mundo — compressão, seamless e técnico como ponta de lança.
Volume industrial com marca: sair do private label sem perder a escala.
Valor por peça e storytelling de origem — onde a marca paga o frete.
Marcas brasileiras com identidade própria buscando prateleira global.
As geografias onde o método foi construído — mercado a mercado, distribuidor a distribuidor.
“Temos fábrica, temos marca no Brasil, não sabemos por onde começar lá fora — e as tentativas anteriores morreram em feira, despachante ou distribuidor errado.”
Diagnóstico de prontidão e mapa de oportunidade: onde seu produto tem espaço no mundo, a que preço, contra quem — com base de comércio exterior real, não opinião.
O programa completo: os oito instrumentos aplicados — mercados, preços outside-in, canais, seleção e negociação de distribuidores, P&L por país e primeiros embarques.
A construção da área: governança, equipe, painel de gestão, expansão por ondas e a marca internacional que sustenta o preço.
Plataforma de marca internacional: posicionamento, arquitetura de portfólio e estágios de marca por mercado — a razão pela qual alguém paga mais.
Não é uma metodologia de prateleira. É o sistema reconstruído a partir de vinte e seis anos de execução internacional — documentado, testado e aplicado por etapas com gates de decisão.
Priorização por dados: onde competir primeiro — e onde não ir.
14 blocos por mercado: demanda, concorrência, barreiras, canal, preço.
Da gôndola de destino para trás — não do custo para frente.
Meta construída cliente a cliente, não decretada por percentual.
Escolher — e saber demitir — o distribuidor certo.
Distribuidor, agente, filial ou digital: a conta de cada caminho.
Cada mercado com a própria conta — lucro visível, não presumido.
Cadência, indicadores e consequência — o que separa plano de operação.
Cleyton Coelho Cavalcanti passou 26 anos construindo mercados para marcas de consumo — AmBev, Unilever, Havaianas (Alpargatas) e Vivix (Grupo Cornélio Brennand) — dos dois lados do balcão: a indústria que vende e o varejo que decide.
Na Havaianas, conduziu a expansão por LATAM e Caribe e depois por Ásia e Oriente Médio como Country Manager — construção de mercados, distribuidores, joint venture e P&L regional.
Na Vivix, montou a operação comercial e de exportação a partir da folha em branco — a prova de que o método funciona sem a alavanca de uma marca global pronta.
A Consilium International é esse repertório transformado em método — com uma fronteira ética explícita: princípios e metodologia reconstruída, nunca informação confidencial de antigos empregadores.
Um motor próprio de inteligência analítica — bases de comércio exterior, benchmark internacional e análise de mercado — que produz, em semanas, a profundidade de dossiê que estruturas tradicionais levam meses para construir. A inteligência é o motor. A estratégia, a experiência e a decisão continuam sendo trabalho de gente que já fez.